Mostrar registro simples

dc.contributor.authorMortari, André Diaspt_BR
dc.date.accessioned2020-02-06T04:17:07Zpt_BR
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.issn1413-2311pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/205465pt_BR
dc.description.abstractNa segunda metade de 2016, vários acontecimentos movimentaram o cotidiano dos trabalhadores de todo o Brasil. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), técnicosadministrativos em educação e docentes deflagraram greves em oposição a então chamada PEC do Fim do Mundo e a Reforma do Ensino Médio. Participando ativamente destes movimentos e, ao mesmo tempo no fazer acadêmico estudando a obra de Henri Lefebvre, foi inevitável aproximar estes fazeres, organizando uma pesquisa-militante com o objetivo de analisar a construção cotidiana destes movimentos grevistas. O estudo da greve, através da vida cotidiana – este lugar de transição, encontros, interações e conflitos, permite compreender a sua construção desde baixo, a partir do vivido e do viver, do individual e do coletivo. Além disto, destacam-se as ações e práticas que suspendiam a repetição e desafiavam a alienação.pt_BR
dc.description.abstractAt the second half of 2016, many events changed the everyday life of the workers all over the country. At the Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), technicians and teachers started a strike against the so-called PEC of the End of the World and the Reform of Secondary School. Being active participants at this movements, and at the same time in our academic practice studying the oeuvre of Henri Lefebvre, it was inevitable to approximate these two activities, organizing a militant-research with the aim of analysing the everyday construction of these strikes. The study of the strike, through everyday life – this place of transition, encounters, interactions and conflicts -, allowed the understanding of its construction from below, from the lived and the living, the individual and the collective. Besides, we highlight the action and practices which suspend the repletion and challenge alienation.en
dc.description.abstractEn la segunda mitad de 2016, muchos eventos cambiaron la vida cotidiana de los trabajadores en muchos lugares del país. En la Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), técnicos y docentes deflagraron una huelga contra la así llamada PEC del Fi del Mundo y la Reforma de la Enseñanza Secundaria. Siendo activos participantes en eses, y al mismo tiempo estudiando la obra de Henri Lefebvre en nuestro hacer académico, fue inevitable aproximar eses dos actividades y organizar una investigación-militante, por medio del tema de la vida cotidiana – ese lugar de transición, encuentros, interacciones y conflictos -, permitiendo el entendimiento de su construcción desde abajo, desde el vivido e del vivir, del individual y del colectivo. Además, destacamos acciones y prácticas que suspenden la repetición y desafían la alienación.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofREAd : revista eletrônica de administração. Porto Alegre, RS. Vol. 25, n. 3 (set./dez. 2019), p. 278-296pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectLefebvre, Henri, 1905-1991pt_BR
dc.subjectStrikeen
dc.subjectEveryday lifeen
dc.subjectUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.subjectHenry Lefebvreen
dc.subjectGreve : Servidores públicospt_BR
dc.subjectVida cotidianapt_BR
dc.subjectUFRGSen
dc.subjectHuelgaes
dc.subjectVida cotidianaes
dc.subjectHenri Lefebvrees
dc.subjectUFRGSes
dc.titleA construção cotidiana da greve na UFRGS : o movimento contra as reformas no final de 2016pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001108735pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


Thumbnail
   

Este item está licenciado na Creative Commons License

Mostrar registro simples