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dc.contributor.authorJessop, Bobpt_BR
dc.contributor.authorBrenner, Neilpt_BR
dc.contributor.authorJones, Martinpt_BR
dc.contributor.authorBrito, Camila Faustino dept_BR
dc.contributor.authorNascimento, Fabiana Ribeiro dopt_BR
dc.contributor.authorBecker, Elizamari Rodriguespt_BR
dc.date.accessioned2019-07-17T02:36:33Zpt_BR
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.issn1517-7793pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/197017pt_BR
dc.description.abstractEste ensaio busca reformular debates recentes sobre a teoria socioespacial por meio da introdução de uma abordagem que pretende compreender o caráter inerentemente polimórfico e multidimensional das relações socioespaciais. Como antigos defensores de uma virada escalar, agora questionamos o privilégio – qualquer que seja – a uma única dimensão do processo socioespacial, escalar ou não-escalar. Consideramos várias das recentes e sofisticadas “viradas” no âmbito da da ciência social crítica; exploramos suas limitações metodológicas e salientamos muitas vertentes importantes da teoria socioespacial que buscam transcender aquelas limitações. Com base nesse entendimento, propomos um reconhecimento mais sistemático da polimorfia – a organização das relações socioespaciais em diferentes formas – da teoria socioespacial. Mais especificamente, sugerimos que territórios (T), lugares (L), escalas (E) e redes (R) devam ser vistos como mutuamente constitutivos e como dimensões interligadas das relações socioespaciais. Apresentamos esta proposição como uma extensão às contribuições recentes para a espacialização da abordagem estratégico-relacional (AER) e exploramos algumas de suas implicações metodológicas. Concluímos com uma ilustração da aplicabilidade da “estrutura TLER” em várias esferas de investigação dos processos socioespaciais no capitalismo contemporâneo.pt_BR
dc.description.abstractThis essay seeks to reframe recent debates on sociospatial theory through the introduction of an approach that can grasp the inherently polymorphic, multidimensional character of sociospatial relations. As previous advocates of a scalar turn, we now question the privileging, in any form, of a single dimension of sociospatial processes, scalar or otherwise. We consider several recent sophisticated `turns’ within critical social science; explore their methodological limitations; and highlight several important strands of sociospatial theory that seek to transcend the latter. On this basis, we argue for a more systematic recognition of polymorphy – the organization of sociospatial relations in multiple forms – within sociospatial theory. Specifically, we suggest that territories (T), places (P), scales (S), and networks (N) must be viewed as mutually constitutive and relationally intertwined dimensions of sociospatial relations. We present this proposition as an extension of recent contributions to the spatialization of the strategic-relational approach (SRA), and we explore some of its methodological implications. We conclude by briefly illustrating the applicability of the `TPSN framework’ to several realms of inquiry into sociospatial processes under contemporary capitalism.en
dc.description.abstractEn este ensayo se procura reformular debates recientes sobre la teoría socioespacial mediante la introducción de un abordaje con el que se apunta a comprender el carácter inherentemente polimorfo y pluridimensional de las relaciones socioespaciales. Como viejos defensores de un giro escalar, cuestionamos ahora que se otorgue un privilegio —sea cual fuere— a una única dimensión del proceso socioespacial, escalar o no escalar. Analizamos varios de los recientes y sofisticados “giros” en el ámbito de dada ciencia social crítica; exploramos sus limitaciones metodológicas y enfatizamos muchas vertientes importantes de la teoría socioespacial que buscan trascender dichas limitaciones. Partiendo de ese entendimiento, proponemos un reconocimiento más sistemático del polimorfismo —la organización de las relaciones socioespaciales en diferentes formas— de la teoría socioespacial. Más específicamente, sugerimos que territorios (T), lugares (L), escalas (E) y redes (R) deben verse como mutuamente constitutivos y como dimensiones interconectadas de las relaciones socioespaciales. Presentamos este plan-teamiento como una contribución a los aportes recientes que apuntan a una espacializa-ción del abordaje estratégico-relacional (AER) y exploramos algunas de sus implicacio-nes metodológicas. Concluimos con una ilustración de la aplicabilidad de la “estructura TLER” en varias esferas de investigación de los procesos socioespaciales en el capita-lismo contemporáneo.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofGEOgraphia. Rio de Janeiro, RJ. Vol. 19, n. 41 (set./dez. 2017), p. [107]-119pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectTerritóriopt_BR
dc.subjectTerritoryen
dc.subjectEspaço socialpt_BR
dc.subjectPlaceen
dc.subjectCiências sociaispt_BR
dc.subjectScaleen
dc.subjectNetworken
dc.subjectRelações sociaispt_BR
dc.subjectSocio-spatial theoryen
dc.subjectTerritorioes
dc.subjectLugares
dc.subjectEscalaes
dc.subjectRedes
dc.subjectTeoría socioespaciales
dc.titleTeorizando as relações socioespaciaispt_BR
dc.title.alternativeTheorizing sociospatial relations en
dc.title.alternativeTeorizando las relaciones socialespaciales es
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001096543pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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