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dc.contributor.authorOthero, Gabriel de Ávilapt_BR
dc.contributor.authorCosta, Camila Schwankept_BR
dc.date.accessioned2018-05-18T02:28:16Zpt_BR
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.issn0104-0588pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/178553pt_BR
dc.description.abstractOs clíticos acusativos de 3ª pessoa estão em desuso na fala vernacular em português brasileiro (PB), cedendo espaço para outras duas estratégias de retomada anafórica na função de objeto direto: (a) o pronome pleno (‘ele’, ‘ela’) e (b) uma categoria vazia (cf. DUARTE, 1989, 1993; CYRINO, 1997, 2003). A escolha pela retomada anafórica de objeto com pronome ou categoria vazia não é aleatória. A literatura corrente sobre o assunto chama a atenção para o fato de que há uma tendência forte à ocorrência de um fenômeno de distribuição complementar, condicionada por traços semânticos do referente sendo retomado. Há duas hipóteses principais para explicar o fenômeno: (i) a hipótese dos traços de animacidade e especificidade do referente (CYRINO, 1993, 1994/1997; SCHWENTER; SILVA, 2002, entre outros) e (ii) a hipótese do gênero semântico (CREUS; MENUZZI, 2004). Com o objetivo de verificar se essas estratégias relativamente inovadoras e mais comuns em língua falada, a saber, pronomes plenos e objetos nulos, já estão consagradas, ou ao menos presentes de maneira significativa em língua escrita, este trabalho se dedica a uma análise de corpora de jornais populares e de redações escolares. Nossos resultados mostram que o clítico tem a tendência de se manter no discurso escrito. Com relação ao uso do objeto nulo, a hipótese do gênero semântico parece promissora, pois explica o fenômeno de retomada anafórica de uma forma mais econômica, por meio de um único traço, e de uma forma mais natural, pois diz respeito a um processo de concordância entre antecedente e forma anafórica.pt_BR
dc.description.abstractThe accusative clitics for the third person have fallen into disuse in spoken Brazilian Portuguese giving room to two strategies to recover an anaphoric element in a direct object position for the third person: (a) the use of the ‘full pronoun’ and (b) the use of an empty category. The choice of using a pronoun or a null object is not random. The literature points to the fact that there is a very strong tendency towards a phenomenon of complementary distribution, which is constrained by semantic and discourse features of the referent being recovered. There are two main hypotheses to explain the phenomenon: (i) the features of animacy and specificity of the referent (cf. CYRINO, 1993, 1994/1997; SCHWENTER; SILVA, 2002 among others) and (ii) the semantic gender feature (CREUS; MENUZZI, 2004).In order to verify whether these relatively innovative strategies, i.e. full pronouns and null objects, have already been established, or at least are present in written standard language in a significant way, we analyze corpora from popular newspapers and from school essays. Our results show that the clitic pronoun remains in written discourse. When it comes to the null object, the assumption of semantic gender feature seems promising, because it explains the anaphoric recovery phenomenon in an economic way, from a single feature, and in a more natural way, as it concerns an agreement process between the preceding element and the anaphoric form.en
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofRevista de estudos da linguagem. Belo Horizonte, MG. Vol. 26, n. 1 (jan./mar. 2018), p. [147]-185pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectObjeto direto nulopt_BR
dc.subjectAnaphoren
dc.subjectLíngua escritapt_BR
dc.subjectNull objecten
dc.subjectBrazilian portugueseen
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectWritten languageen
dc.titleRetomadas anafóricas de objeto direto em português brasileiro escritopt_BR
dc.title.alternativeAnaphoric direct object in written Brazilian Portuguese en
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001066891pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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