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dc.contributor.advisorPechansky, Flaviopt_BR
dc.contributor.authorScherer, Juliana Nichterwitzpt_BR
dc.date.accessioned2017-02-24T02:25:52Zpt_BR
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/153097pt_BR
dc.description.abstractO consumo de crack tem sido considerado como um problema de saúde pública tanto no contexto nacional quanto internacional. Mesmo com o aumento do uso dessa droga no Brasil nos últimos 20 anos, ainda existem poucas evidências sobre a toxicologia sistêmica induzida pelo crack e os mecanismos neurobiológicos envolvidos na dependência, abstinência e recaída. Devido à complexidade do tratamento da dependência de crack, a busca de marcadores biológicos que auxiliem na determinação do impacto e recuperação da dependência química tem se intensificado nos últimos anos. Portanto, o nosso principal objetivo foi avaliar a associação entre o BDNF e níveis de TBARS em usuários de crack durante o tratamento de internação, antes e depois da desintoxicação, e a associação desses biomarcadores com a evolução clínica durante o tratamento. Para isso, 66 usuários de crack do sexo masculino foram recrutados em uma unidade de tratamento, e duas amostras de sangue foram coletadas (uma na admissão e outra na alta), a fim de medir os níveis séricos de BDNF e TBARS. Para comparar os níveis de biomarcadores com a evolução do tratamento, os indivíduos foram divididos em dois grupos: não concluiram o tratamento (n=34) e tratamento completo (n=32). O padrão de uso de drogas e os dados socidemograficos foram avaliados através do instumento ASI-6. Como resultados, observamos que, no momento da alta, o grupo que concluiu o tratamento em regime de internamento teve níveis mais elevados de BDNF do que o grupo que não concluiu. Também foi observada uma correlação negativa entre os níveis de BDNF e TBARS no momento da internação. Além disso, vimos uma correlação entre os níveis de BDNF no momento da internação e anos de uso de crack. Estes resultados sugerem a associação de níveis mais elevados de BDNF e melhores resultados clínicos em usuários de crack após a desintoxicação, e indicam que tempo de uso de crack pode estar envolvido com a intensidade dos danos em relação à neuroplasticidade. A correlação entre TBARS e BDNF em usuários de crack corroboram com a idéia de que o estresse oxidativo e a neuroplasticidade estão envolvidos com transtorno da dependência de crack. Portanto, esses resultados são importantes porque sugeram que estes biomarcadores podem futuramente ser utilizados para entender a fisiopatologia da dependência ao crack e ajudar a desenvolver tratamentos e acompanhamentos específicos para esse grupo de usuários.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectTranstornos relacionados ao uso de substânciaspt_BR
dc.subjectFator neurotrófico derivado do encéfalopt_BR
dc.subjectSubstâncias reativas com ácido tiobarbitúricopt_BR
dc.titleModificação dos valores de BDNF e TBARS em usuários de crack internados em um programa especializadopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coDiemen, Lisia vonpt_BR
dc.identifier.nrb000969932pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Ciências Básicas da Saúdept_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2014pt_BR
dc.degree.graduationBiomedicinapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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