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dc.contributor.authorBandarra, Paulo Motapt_BR
dc.contributor.authorOliveira, Luiz Gustavo Schneiderpt_BR
dc.contributor.authorDalto, André Gustavo Cabrerapt_BR
dc.contributor.authorBoabaid, Fabiana M.pt_BR
dc.contributor.authorJuffo, Gregory Duartept_BR
dc.contributor.authorRiet-Correa, Franklinpt_BR
dc.contributor.authorDriemeier, Davidpt_BR
dc.contributor.authorCruz, Claudio Estevao Farias dapt_BR
dc.date.accessioned2014-07-23T02:07:38Zpt_BR
dc.date.issued2012pt_BR
dc.identifier.issn0100-736Xpt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/98452pt_BR
dc.description.abstractSince poisoning by Senecio spp. is one of the main causes of cattle death in southern Brazil, control of these plants is a priority for the local livestock production. After the pasture has been mowed, grazing by 16 sheep was ef icient for controlling Senecio brasiliensis and Senecio madagascariensis populations in a 5.5-hectare area that had long been severely infested with these species. A total of 28,629 plants among S. brasiliensis (lower-of-souls, 10,122) and S. madagascariensis ( ireweed, 18,507) were almost completely eliminated in a two-year period. The number of sheep was kept at 3.0 stock units/ha, but a variable number of cattle were temporarily stocked according to pasture availability. The major sanitary practice applied to the sheep was anthelmintic administration. Liver biopsies taken from sheep and cattle before and after experimental period didn’t reveal any change associable with seneciosis. The performance levels of the sheep were comparable to those observed in locks managed under traditional extensive grazing systems in southern Brazil.en
dc.description.abstractAs intoxicações por Senecio spp. estão entre as principais causas de morte de bovinos no sul do Brasil; portanto, o controle dessas plantas é prioridade para a pecuária local. Depois de uma roçada, o pastejo por 16 ovinos controlou, e icientemente, populações de Senecio brasiliensis e Senecio madagascariensis em uma área de 5,5 hectares, a qual havia se mantido, por oito anos consecutivos, severamente, infestada por essas espécies. Um total de 28.629 plantas, entre S. brasiliensis (10.122) e S. madagascariensis (18.507) foi, virtualmente, eliminado em um período de dois anos. O número de ovelhas foi mantido em três unidades / hectare, mas variáveis lotações de bovinos foram associadas com a disponibilidade de forragem. As principais práticas de manejo sanitário aplicadas aos ovinos foram administrações de anti-helmínticos. Biópsias hepáticas, colhidas antes e após o período de estudo, não revelaram qualquer alteração associável com seneciose. Os níveis de desempenho dos ovinos foram comparáveis aos observados em rebanhos manejados em sistemas extensivos tradicionais no sul do Brasil.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoengpt_BR
dc.relation.ispartofPesquisa veterinária brasileira. Rio de Janeiro, RJ. V. 32, n. 10, (out. 2012), p. 1017-1022pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectSenecio brasiliensisen
dc.subjectToxicologia veterináriapt_BR
dc.subjectSenecio madagascariensisen
dc.subjectSenécio : Toxicidadept_BR
dc.subjectIntoxicacao veterinaria : Ovinospt_BR
dc.subjectControlen
dc.subjectSheep grazingen
dc.subjectSheep performanceen
dc.titleSheep production as senecio spp. control toolpt_BR
dc.title.alternativeOvinocultura, ferramenta de controle de Senecio spp pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb000877256pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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