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dc.contributor.advisorOliveira, Dora Lúcia Leidens Corrêa dept_BR
dc.contributor.authorReis, Dayane dos Santospt_BR
dc.date.accessioned2012-01-03T01:18:49Zpt_BR
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/35964pt_BR
dc.description.abstractBuscou-se neste trabalho identificar as ações de controle da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) entre mulheres que vivem com HIV/AIDS que foram propostas pelo Ministério da Saúde (MS), e analisar a conformidade dessas medidas com as diretrizes propostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A temática justifica-se pela crescente feminização da epidemia de HIV/AIDS no país, em que as mulheres infectadas, em sua maioria, estão em relacionamento estável. Considerando as relações de gênero desiguais entre homens e mulheres, a desvalorização social das mulheres, a discriminação nas relações de trabalho e o acesso restrito aos serviços de saúde, buscou-se conhecer quais medidas são oferecidas para proteção da saúde sexual dessas mulheres, garantindo o respeito aos seus direitos sexuais e reprodutivos, visto que o vírus do HIV fragiliza a saúde dos indivíduos infectados, expondo-os a doenças oportunistas e a outras DST, o que pode causar complicações graves, infertilidade e óbito. O estudo foi de cunho qualitativo, utilizando como abordagem metodológica a análise documental. As unidades de análise constaram de dois documentos, sendo o Cadernos de Atenção Básica: HIV/AIDS, hepatites e outras DST de autoria do MS e o Guideline Sexual and Reproductive Health of Women living with HIV/AIDS, da OMS. Após leitura e interpretação das orientações, foram elencadas categorias temáticas para cada documento, respectivamente: acolhimento ao usuário, ações educativas, ações de prevenção, ações de vigilância e manejo; aconselhamento e informação, testagem e ações de combate. Viu-se que as ações propostas pelo MS pautam-se pela prática do acolhimento, visando principalmente à orientação das usuárias e prevenção de novas infecções. Já a OMS investe no combate às DST através de informação, testes sorológicos e tratamento imediato de sintomas sugestivos de infecção. Apesar disso, concluiu-se que as mulheres não são contempladas em todas as suas fases de vida e que as ações oferecidas são limitadas, desconsiderando necessidades que possam garantir qualidade de saúde sexual e reprodutiva.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectSíndrome da imunodeficiência adquirida : Mulherpt_BR
dc.subjectSaúde sexual e reprodutivapt_BR
dc.subjectSaúde da mulherpt_BR
dc.titleDiretrizes e (des)conformidades nas ações de proteção à saúde sexual de mulheres HIV positivas no Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coAzambuja, Denisept_BR
dc.identifier.nrb000816268pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Enfermagempt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2011pt_BR
dc.degree.graduationEnfermagempt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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