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dc.contributor.authorDuque, Tiagopt_BR
dc.contributor.authorSeffner, Fernandopt_BR
dc.date.accessioned2025-02-12T06:55:09Zpt_BR
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.issn2238-6009pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/285068pt_BR
dc.description.abstractEste artigo objetiva analisar a experiência do “segundo armário” a partir dos conteúdos de três canais sobre HIV-aids do YouTube criados por jovens brasileiros assumidamente soropositivos e gays. Eles são tomados enquanto artefatos culturais, isto é, propositores de currículos e pedagogias culturais. O “segundo armário” é entendido como um regime de visibilidade. Diferente do “armário gay”, o primeiro, focado na sexualidade, este segundo envolve o conhecimento sobre a soropositividade para o HIV. Metodologicamente utilizou-se de etnografia on-line, sendo empregado o preenchimento de fichas, uma espécie de caderno de campo, para cada um dos vídeos assistidos dos três canais e os comentários da audiência de cada um deles. A discussão teórica foi feita a partir de teorias pós-críticas. Conclui-se que a era digital permite a produção curricular-pedagógica do HIV-aids ainda marcada por estigmas, mesmo com os avanços no campo dos antirretrovirais. Além disso, conclui-se que essa produção dos artefatos envolve pessoas de diferentes perfis identitários. Chama-se a atenção para a necessidade de um retorno à discussão das vulnerabilidades em meio às conquistas fármaco-tecnológicas e à valorizada visibilidade digital das pessoas vivendo com HIV e de sua audiência.pt_BR
dc.description.abstractThis paper aims to analyze the experience of the “second closet” based on the content of three HIV-aids focused YouTube channels, created by young Brazilians who are openly hiv positive and gay. They are taken as cultural artifacts, in other words, proposers of cultural curriculum and pedagogies. The “second closet” is understood as a regime of visibility. Unlike the “gay closet”, the first one, focused on sexuality, this second involves knowledge about hiv seropositivity. Methodologically, online ethnography was carried out, also filling out forms, using a kind of fieldwork notebook, for each of the videos watched from the three channels and the comments from the audience of each of them. The theoretical discussion was based on post-critical theories. It is concluded that the digital age allows the curricular-pedagogical production of HIV-aids still marked by stigmas, 9660n. 60 | 2022 | p. 95-115even with advances in the field of antiretrovirals. In addition, it is concluded that this production of artifacts involves people of different identity profiles. Attention is drawn to the need for a return to the discussion of vulnerabilities in the midst of pharmaco-technological achievements and the valued digital visibility of people living with HIV and their audience.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofVivência : revista de antropologia. Natal, RN. Vol. 1, n. 60 (2022), p. 95-115pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectHIVen
dc.subjectAidsen
dc.subjectCurriculumen
dc.subjectPedagogyen
dc.subjectInterneten
dc.titleA epistemologia do segundo armário : canais de gays hiv+ no youtube como artefatos pedagógicospt_BR
dc.title.alternativeThe epistemology of the second closet : channels of hiv-positive gays on youtube as pedagogical artifactsen
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001154595pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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