Elaborando o jantar para todes : atividades-matemáticas-não-exclusivas-com-tecnologias-digitais, como pensá-las?
View/ Open
Date
2024Type
Title alternative
Preparing dinner for everyone : non-exclusive-mathematical-activities-with-digital-technologies, how to think about them?
Preparando la cena para todos: actividades-matemáticas-no-exclusivas-con-tecnologías-digitales, ¿cómo pensarlas?
Subject
Abstract in Portuguese (Brasil)
Este artigo investiga as concepções de uma pesquisadora sobre como atividades-matemáticas-não-exclusivas-com-Tecnologias-Digitaispodem ser produzidas por professoras/professories/professores que ensinam matemática. Para isso, pormeio de umrecorte da pesquisa qualitativa que desenvolvemos, trazemos à tona a narrativa proveniente de uma entrevista semiestruturada realizada com uma pesquisadora da área de Educação Matemática e Inclusão, revelando sua concepção sobre a produção desse tipo de ativid ...
Este artigo investiga as concepções de uma pesquisadora sobre como atividades-matemáticas-não-exclusivas-com-Tecnologias-Digitaispodem ser produzidas por professoras/professories/professores que ensinam matemática. Para isso, pormeio de umrecorte da pesquisa qualitativa que desenvolvemos, trazemos à tona a narrativa proveniente de uma entrevista semiestruturada realizada com uma pesquisadora da área de Educação Matemática e Inclusão, revelando sua concepção sobre a produção desse tipo de atividade. Nesse contexto, teoricamente sustentamos a investigação no conceito da diferença, na ideia de Desenho Universal para Aprendizagem (DUA), na dimensão tecnológica da Cyberformação e no conceito de exclusão/inclusão. Como resultados, indicamos que aabordagem das Tecnologias Digitais (TD), quepodemfavorecer a não-exclusão, desde que o “jantar”seja para todas/todes/todos, ou seja, que atividades-matemáticas-não-exclusivas-com-TD sejam pensadas sob a ótica das pessoas que precisam, iniciando pelas necessidades entendidas de forma equânime para as pessoas ditas com deficiência. ...
Abstract
This article investigates a researcher’s conceptions about how non-exclusive mathematical-activities-with-Digital-Technologies can be produced by teachers who teach mathematics. To this end, through a section of the qualitative research we developed, we bring to light the narrative from a semi-structured interview conducted with a Mathematics Education and Inclusionresearcher, revealing her conception about the production of this type of activity. In this context, we theoretically support the i ...
This article investigates a researcher’s conceptions about how non-exclusive mathematical-activities-with-Digital-Technologies can be produced by teachers who teach mathematics. To this end, through a section of the qualitative research we developed, we bring to light the narrative from a semi-structured interview conducted with a Mathematics Education and Inclusionresearcher, revealing her conception about the production of this type of activity. In this context, we theoretically support the investigation in the concept of difference, in the idea of Universal Design for Learning (UDL), in the technological dimension of Cybereducation and in the concept of exclusion/inclusion. As results, we indicate that the approach of Digital Technologies (DT), which can favor non-exclusion, as long as “dinner” is for everyone, that is, that non-exclusive mathematical-activities-with-DT are thought of from the perspective of the people who need them, starting with the needs understood in an equitable way for people said to have disabilities. ...
Resumen
Este artículo investiga las concepciones de un investigador sobre cómo los profesores que enseñan matemáticas pueden producir actividades-matemáticas-no-exclusivas-con-tecnologías-digitales. Para ello, a través de un extracto de la investigación cualitativa que desarrollamos, sacamos a la luz la narrativa de una entrevista semiestructurada realizada a una investigadora del área de Educación Matemática e Inclusión, revelando su concepción sobre la producción de este tipo de actividad. En este co ...
Este artículo investiga las concepciones de un investigador sobre cómo los profesores que enseñan matemáticas pueden producir actividades-matemáticas-no-exclusivas-con-tecnologías-digitales. Para ello, a través de un extracto de la investigación cualitativa que desarrollamos, sacamos a la luz la narrativa de una entrevista semiestructurada realizada a una investigadora del área de Educación Matemática e Inclusión, revelando su concepción sobre la producción de este tipo de actividad. En este contexto, sustentamos teóricamente la investigación sobre el concepto de diferencia, sobre la idea de Diseño Universal para el Aprendizaje (UDL), sobre la dimensión tecnológica de la Ciberformación y sobre el concepto de exclusión/inclusión. Como resultados indicamos queel enfoque de Tecnologías Digitales (DT), que puede favorecer la no exclusión, siempre y cuando la “cena” sea para todos, es decir, que se piensen actividades-matemáticas-no-exclusivas-con-TDdesde la perspectiva de las personas que lo necesitan, empezando por las necesidades entendidas por igual para las personas que se dice que tienen discapacidades. ...
In
RIPEM: Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática. Brasília, DF. Vol. 14, n. 2 (2024), p. 1-25
Source
National
Collections
-
Journal Articles (44408)Humanities (7700)
This item is licensed under a Creative Commons License


