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dc.contributor.authorKonrath, Germanapt_BR
dc.contributor.authorReyes, Paulo Edison Belopt_BR
dc.date.accessioned2020-12-18T04:14:12Zpt_BR
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.issn1982-0569pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/216709pt_BR
dc.description.abstractFrancis Alÿs, artista belga naturalizado mexicano, tem uma poética notoriamente urbana e intimamente ligada à sua formação como arquiteto. Seus trabalhos, contudo, não são pautados pelos princípios vitruvianos de firmitas, tampouco de utilitas, e mesmo a beleza (ou venustas) de suas ações destoa dos cânones da história da arte. A trajetória de Alÿs emerge de fábulas que dão vida a rituais de desterritorialização-reterritorialização inventados pelo artista para cada cidade por que passa. Este texto propõe um diálogo entre trabalhos onde Alÿs molda o espaço-tempo comum através da participação coletiva e aportes teóricos de Jacques Rancière, Michel de Certeau e da dupla Gilles Deleuze e Félix Guattari. Interessa aqui problematizar as contribuições estéticas – e portanto políticas – de Alÿs, particularmente em situações de fronteira, tanto físicas quanto simbólicas, da cidade contemporânea.pt_BR
dc.description.abstractFrancis Alÿs, a Belgian naturalized Mexican artist, has a notoriously urban poetic that is closely related to his background as an architect. His works, however, are not guided by the Vitruvian principles of firmitas nor utilitas – and even the beauty (or venustas) of his actions is at odds with the canons of Art History. Alÿs' trajectory emerges from fables that bring to life the rituals of deterritorialization-reterritorialization invented by the artist invented by the artist for every city he goes through. This text put into dialogue works in which Alÿs shapes common time-spaces through collective participation, with theoretical legacy by Jacques Rancière, Michel de Certeau and the duo Gilles Deleuze and Félix Guattari. It is our interest to discuss thaesthetic – and therefore political – contributions of Alÿs, particularly in physical and symbolic border situations of the contemporary city.en
dc.description.abstractFrancis Alÿs, artista belga naturalizado mexicano, tiene una poética notoriamente urbana y estrechamente vinculada a su formación como arquitecto. Sin embargo, sus obras no están regidas por los principios vitruvianos de firmitas ni utilitas – e incluso la belleza (o venustas) de sus acciones está em desacuerdo com los cánones de la historia del arte. La trayectoria de Alÿs surge de fábulas que dan vida a los rituales de desterritorialización-reterritorialización inventados por el artista para cada ciudad que atraviesa. Este texto propo ne un diálogo entre obras donde Alÿs da forma a espacios-tiempos comunes a través de la participación colectiva com el legado teórico de Jacques Rancière, Michel de Certeau y el dúo Gilles Deleuze y Félix Guattari. El interés aquí es discutir las contribuciones estéticas – y por lo tanto políticas – de Alÿs particularmente em situaciones de frontera, tanto físicas como simbólicas, de la ciudad contemporánea.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofUrbana: : Revista Eletrônica do Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Cidade. São Paulo. Vol. 11, n. 3 (set./de. 2019), 30-57pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectUrban bordersen
dc.subjectAlÿs, Francis, 1959-pt_BR
dc.subjectFrancis Alÿsen
dc.subjectUrbanizacao : Fronteiraspt_BR
dc.subjectCommon time-spaceen
dc.subjectEspaço públicopt_BR
dc.subjectFronteras urbanases
dc.subjectFrancis Alÿses
dc.subjectEspacio-tiempo comúnes
dc.titleAs margens espacializadas de Francis Alÿspt_BR
dc.title.alternativeFrancis Alÿs’ spacialized borders en
dc.title.alternativeLos márgenes espacializados de Francis Alÿs es
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001119729pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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