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dc.contributor.authorLino, Dulcimarta Lemospt_BR
dc.contributor.authorRichter, Sandra Regina Simonispt_BR
dc.date.accessioned2020-12-05T04:26:28Zpt_BR
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.issn1982-2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/216099pt_BR
dc.description.abstractO artigo emerge de inquietações epistemológicas, éticas e políticas em torno da ampla tendência de desconsiderar na educação de bebês e crianças pequenas o fenômeno do corpo sensível como fonte primeira de sentidos e significados que nos instalam no mundo. Projeto educativo que objetiva fazer da palavra sonora força de utilidade produtiva em detrimento de sua potência de partitura, aquela que cotidianamente aprende a ser-com no ato de com-partilhar as experiências fundamentais da vida. Como resistência, o texto reivindica maior atenção educativa à dimensão poética de linguagem ao destacar a palavra sonora como gesto que habita o corpo para ressoar sentidos e produzir modos de co-existir no mundo. A aproximação fenomenológica entre música e artes, como indivisibilidade do gesto poético de tocar a educação, desde a filosofia, permite compreender a palavra sonora como narrativa lúdica de movimento que ocupa espaço e solicita tempo para reter a dimensão musical da linguagem feito partitura. Aqui, o gesto poético da palavra sonora toca a pele de crianças e adultos para materializar a linguagem: suas feituras. Potência humana de pensamento constitutiva de mundanos trajetos compartilhados por constituírem narrativas que acolhem o gesto lúdico de fazer soar e ressoar a palavra no fascínio e na fabulação dos encontros.pt_BR
dc.description.abstractThe paper emerges from epistemological, ethical and political uneasiness and concerns on the tendency to disregard the sensitive body as fundamental source of senses and meanings that set us in the world during babies’ and early childhood education. This educational project that seeks to make the sounding word as a productive force at the expense of its score potency. A potency that learn everyday to be-with in the act of sharing fundamental life experiences. As resistance, the paper claims more attention to the poetic dimension of language highlighting the sounding word as a gesture that inhabits the body to resound sense and to make modes of co-exist in the world. Here, the sounding word’s poetic gesture of touching education, from a philosophical standpoint, allows to understand the sounding word as ludic narrative of movement that occupy space and demands time to retain de musical dimension of language made into score. We argue that the sounding word’s poetic gesture touches children and adults’ skin in order to materialize language. Human thought potency constituent of shared mundane trajectories because they make language that welcome the ludic gesture of making sound the word amidst the fascination and fabulation of encounters.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isospapt_BR
dc.relation.ispartofRevista signo. Santa Cruz do Sul, RS. Vol. 45, n. 83 (maio/ago. 2020), p. 2-17pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectSounding Worden
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectLinguagempt_BR
dc.subjectPoetic Gestureen
dc.subjectMúsicapt_BR
dc.subjectChildhood’s Traditional Musicen
dc.subjectLanguage Experienceen
dc.titleFeito partitura : palavra sonora como gesto poético de educarpt_BR
dc.title.alternativeMade in score : sounding Word as an educational poetic gestureen
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001118821pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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