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dc.contributor.advisorFerreira, Jane Zoppaspt_BR
dc.contributor.authorPacheco Johnlee Ináciopt_BR
dc.date.accessioned2017-10-07T05:44:17Zpt_BR
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/169241pt_BR
dc.description.abstractGlobos metálicos compostos por fios tramados são muito usados em microfones de mão, principalmente para performances ao vivo. Seu uso contínuo pode acarretar em quedas acidentais, fazendo-se necessária a fabricação de globos resistentes para preservar a funcionalidade da captação do microfone. Outro problema recorrente é a oxidação do globo provocada pela saliva ou vapor d’água gerado pelo usuário, possibilitando que o microfone perca resistência mecânica ou sua estética original. Para evitar um desempenho inesperado do globo, é necessário um processo de fabricação adequado, correta seleção de materiais, tratamentos térmicos pertinentes e uma eletrodeposição metálica de revestimento eficiente e uniforme, conferindo qualidade ao produto final. O presente estudo comparou dois globos, um original e um falsificado, que busca imitar o mesmo modelo e marca do microfone original. Ao longo de 3 anos de uso dos dois microfones, foi possível notar que o globo original corroeu mais que o globo falsificado, principalmente na parte de contato com a boca do usuário. A partir dessa análise visual, testes foram feitos para descobrir os possíveis fatores que levaram os globos a corroerem de forma divergente e compará-los quanto à sua resistência a esforços mecânicos, relacionando valores obtidos com suas respectivas caracterizações microestruturais. A partir do teste de compressão, constatou-se que o globo original é mais resistente a esforços mecânicos do que o globo falsificado, que fraturou sob tensão. A partir da média dos diâmetros dos fios, constatou-se que os diâmetros menores no globo falsificado podem ter sido um dos fatores responsáveis por sua fratura. Através de análise metalográfica, valores percentuais de Carbono no aço foram encontrados e revelaram que o globo falsificado se tratava de um aço AISI1020 ou AISI1015 na parte lateral e um AISI1010 na parte superior. Já no globo original, foi usado um aço AISI1040 na parte lateral e um aço AISI1045 na parte superior do globo. Através da média dos tamanhos de grãos ferríticos dos globos, a tensão de escoamento foi obtida e revelou que o globo original possui maior tensão de escoamento (211,37 MPa para a parte lateral do globo) do que o globo falsificado (206,25 MPa para a parte lateral e 175,79MPa para a parte superior do globo). Através da técnica de FRX, os elementos encontrados revelaram a presença de Cobre, Níquel e Cromo, sugerindo que os globos passaram por um processo para revesti-los e inibir o processo de corrosão. Uma análise de EDXRF revelou espessuras de cada elemento nos globos, apontando maior espessura de Níquel e Cobre para o globo falsificado e maior espessura de Cromo para o globo original. As análises de MEV e EDS indicaram um revestimento mais espesso e uniforme para o globo falsificado.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEngenharia de materiaispt_BR
dc.titleAnálise de corrosão e propriedades mecânicas de globos de aço revestido de microfonespt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001046904pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Engenhariapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2017pt_BR
dc.degree.graduationEngenharia de Materiaispt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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