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dc.contributor.advisorCosta, Silvia Generali dapt_BR
dc.contributor.authorTrevizan, Juliano Gonçalvespt_BR
dc.date.accessioned2015-12-02T02:41:57Zpt_BR
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/130640pt_BR
dc.description.abstractVivendo em uma sociedade baseada em necessidades de produção e consumo (BOURDIEU, 1989), os líderes empresariais têm um papel central, o de tornar melhor a vida das pessoas (CSIKZENTMIHALYI, 2004). Proporcionar condições para que os colaboradores atinjam estados de flow (CSIKZENTMIHALYI, 1990) é uma forma desses líderes cumprirem com esse papel. A partir da suposição de que a autonomia está relacionada aos estados de flow, este trabalho se propôs a investigar como diferentes níveis de autonomia no trabalho influenciam no atingimento de flow. Dessa forma, o referencial teórico aborda o conceito de flow, com base em Csikszentmihalyi (1990 e 2004), e o conceito de autonomia com base em Iain King (2008), Daniel Pink (2010), Ricardo Semler (1988), entre outros. Para atingir o objetivo do trabalho foi realizado um experimento qualitativo e quantitativo com dezenove jovens adultos de Porto Alegre, que foram classificados em quatro diferentes níveis de autonomia no trabalho e acompanhados durante uma semana de suas vidas. Foi utilizado o método de amostragem da experiência (LARSON e CSIKSZENTMIHALYI, 1983) para capturar o nível de flow dos respondentes nas mais diferentes situações, e uma classificação do nível de autonomia, elaborada pelo autor da pesquisa. Assim, foi possível concluir que níveis de autonomia mais altos propiciam mais estados de flow na vida das pessoas, além de evidenciar como diferentes atividades, locais, pessoas e tempos de execução das atividades interferem no atingimento de estados de flow.pt_BR
dc.description.abstractLiving in a society based on needs of production and consumption (BOURDIEU, 1989), the business leaders have a central role, to make people lives better (CSIKZENTMIHALYI, 2004). Providing conditions for collaborators to attain flow states (CSIKZENTMIHALYI, 1990) is a way for this leaders to accomplish this role. Based on the assumption that autonomy is related to flow states, this work proposes to investigate how different levels of autonomy at work influence the attaining of flow. Thereby, the theoretical adresses the concept of flow, based on Csikszentmihalyi (1990 and 2004), and the concept oof autonomy, based on Iain King (2008), Daniel Pink (2010), Ricardo Semler (1988), among others. To reach the work’s objective it was realized a qualitative and quantitative experiment with ninteen young adults from Porto Alegre, which were classified in four different autonomy levels at work and accompanied during one week of their lives. It was used the experience sampling method (LARSON and CSIKSZENTMIHALYI, 1983) to capture the respondents flow level in diverse different situations, and a classification of the autonomy levels elaborated by the author. Therefore, it was possible to conclude that higher autonomy levels lead to higher levels of flow, besides evidence how different activities, locals, people and runtime activities interfere in attaining flow states.en
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAutonomy at worken
dc.subjectAutonomia profissionalpt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectFlowen
dc.subjectExperience sampling methoden
dc.subjectHappiness at worken
dc.titleComo diferentes níveis de autonomia no trabalho influenciam no atingimento de estados de FLOWpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb000978620pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Administraçãopt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2015/1pt_BR
dc.degree.graduationAdministraçãopt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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