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<title>Pneumologia</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/41</link>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 19:19:24 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-19T19:19:24Z</dc:date>
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<title>Implementação e avaliação do protocolo multidisciplinar “ABCDEF do sono” em unidades de terapia intensiva brasileiras : estudo quase-experimental</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/302048</link>
<description>Implementação e avaliação do protocolo multidisciplinar “ABCDEF do sono” em unidades de terapia intensiva brasileiras : estudo quase-experimental
Jesinski, Laura Drehmer
Introdução: A interrupção do sono é altamente prevalente em unidades de terapia intensiva (UTIs) e contribui para desfechos adversos, tais como transtornos psiquiátricos, maior risco de delirium, aumento da morbidade cardiovascular e aumento da mortalidade. O objetivo do estudo é avaliar se um protocolo de sono multidisciplinar e multifacetado poderia melhorar a qualidade subjetiva do sono em pacientes criticamente doentes. Métodos: Conduzimos um ensaio multicêntrico, quase-experimental, do tipo antes–depois (2022–2024) em duas UTIs brasileiras. Pacientes adultos com permanência ≥2 noites foram elegíveis. O sono foi avaliado através do questionário do sono Richards–Campbell Sleep Questionnaire (RCSQ) e do Sleep in the ICU Questionnaire (SICUQ). Após a fase de observação basal, a equipe recebeu treinamento estruturado e implementou um pacote de intervenções ambientais e organizacionais baseadas no “ABCDEF do sono”. Os desfechos incluíram o escore global do RCSQ (primário), domínios do SICUQ e desfechos clínicos. Resultados: Incluímos 112 pacientes (controle=61; intervenção=51). O desfecho primário (RCSQ global agregado a 3 noites) não diferiu entre as fases (68,8±21,5 vs. 62,4±19,2; p=0,31). Em análises por noite (secundárias), o RCSQ global foi maior na noite 2 na intervenção (84,2 [58,3–90,4] vs. 65,0 [43,3–85,8]; p=0,008), sem diferenças na noite 1 (p=0,051) e noite 3 (p=0,734). O SICUQ indicou melhor qualidade do sono (Domínio 1) e menos interrupções (Domínio 2) no grupo intervenção (p≤0,001), sem impacto em mortalidade, ventilação mecânica ou tempo de permanência. A percepção familiar sobre o sono não diferiu significativamente. Conclusões: Um protocolo pragmático de sono melhorou a qualidade subjetiva do sono e reduziu fatores ambientais disruptivos em pacientes de UTI, embora não tenha afetado desfechos clínicos maiores. Ensaios maiores, com medidas objetivas de sono e estratégias de implementação, são necessários.; Introduction: Sleep disruption is highly prevalent in intensive care units (ICUs) and contributes to adverse outcomes. We evaluated whether a multidisciplinary and multifaceted sleep protocol could improve the subjective quality of sleep in critically ill patients. Methods: We conducted a multicenter, quasi-experimental, before–after trial (2022–2024) in two Brazilian ICUs. Adult patients with a stay ≥2 nights were eligible. Sleep was assessed using the Richards–Campbell Sleep Questionnaire (RCSQ) and the Sleep in the ICU Questionnaire (SICUQ). After the baseline observation phase, the team received structured training and implemented a package of environmental and organizational interventions based on the “ABCDEF of sleep”. Outcomes included the global RCSQ score (primary), SICUQ domains, and clinical outcomes. Results: We included 112 patients (control=61; intervention=51). The primary outcome (RCSQ global aggregated over 3 nights) did not differ between phases (68.8±21.5 vs. 62.4±19.2; p=0.31). In per-night analyses (secondary), the global RCSQ was higher on night 2 in the intervention (84.2 [58.3–90.4] vs. 65.0 [43.3–85.8]; p=0.008), with no differences on night 1 (p=0.051) or night 3 (p=0.734). The SICUQ indicated better sleep quality (Domain 1) and fewer interruptions (Domain 2) in the intervention group (p≤0.001), with no impact on mortality, mechanical ventilation, or length of stay. Family perception of the patient’s sleep did not differ significantly. Conclusions: A pragmatic sleep protocol improved subjective sleep quality and reduced disruptive environmental factors in ICU patients, although it did not affect major clinical outcomes. Larger trials with objective sleep measures and implementation strategies are needed.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/302048</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mecanismos de dispneia e intolerância ao exercício em tabagistas com Preserved Ratio Impaired Spirometry</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/300786</link>
<description>Mecanismos de dispneia e intolerância ao exercício em tabagistas com Preserved Ratio Impaired Spirometry
Scussel, Alice
Introdução: Preserved Ratio Impaired Spirometry (PRISm) tem sido proposto pela Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (GOLD) para identificar indivíduos com a relação do volume expiratório forçado no 1º segundo (VEF&#1051445;)/capacidade vital forçada (CVF) preservada, mas espirometria prejudicada, sendo considerado um possível precursor da DPOC. Atualmente, o diagnóstico para DPOC requer a demonstração do VEF&#1051445;/CVF pósbroncodilatador &lt; 0,7, e tabagismo é importante fator de risco. No caso de um indivíduo tabagista apresentar espirometria pós-broncodilatador acima desse limiar, ele é considerado como tendo função pulmonar normal, e os parâmetros espirométricos específicos de VEF&#1051445;/CVF ≥ 0,7 e VEF&#1051445; &lt; 80% do previsto vêm sendo utilizados para classificar o padrão PRISm. Esses casos, além dos estágios iniciais da DPOC, podem ser subestimados pelo médico e paciente, quando a carga de sintomas ainda não interfere nas atividades de vida diária e se manifestam apenas em níveis altos de exercício, podendo levar a menor tolerância e dispneia ao exercício. Objetivos: Investigar os mecanismos de dispneia e intolerância ao exercício em pacientes tabagistas com padrão PRISm, DPOC estágios 1 e 2, e controles saudáveis não tabagistas no teste de exercício cardiopulmonar (TECP). Métodos: Foram convidados a participar todos tabagistas PRISm maiores de 18 anos, com pelo menos 3 meses de estabilidade clínica e histórico de tabagismo (atual ou passado) &gt;10 anos-maço em acompanhamento nos ambulatórios de tabagismo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Os pacientes com DPOC GOLD 1 e 2, também recrutados em ambulatório, bem como os indivíduos controles saudáveis recrutados da comunidade, foram pareados ao grupo PRISm por idade, sexo e IMC. Foram excluídos do estudo indivíduos que apresentassem comorbidades limitantes (insuficiência cardíaca, neoplasia avançada, obesidade mórbida), bem como CPT&lt;limite inferior da normalidade (LIN). Dados de caracterização, sintomas respiratórios e testes de função pulmonar foram acessados através do prontuário médico, mediante assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Como procedimento de pesquisa, foi realizado o TECP. Resultados: Os grupos PRISm e DPOC apresentaram redução semelhante do VEF₁ (~72% do previsto) em comparação com os controles (97% do previsto), enquanto a CVF foi significativamente menor no PRISm (73% do previsto) do que na DPOC e nos controles (~95% do previsto). Ambos os grupos de pacientes apresentaram maiores demandas ventilatórias para uma determinada carga de trabalho, menor capacidade inspiratória em repouso, reserva ventilatória reduzida e maior relação volume corrente/capacidade inspiratória durante o exercício. Consequentemente, eles relataram pontuações mais altas de dispneia e interromperam o exercício mais cedo do que os controles. Conclusão: Os tabagistas com PRISm apresentam intolerância ao exercício e aumento da dispneia comparáveis aos pacientes com DPOC com comprometimento equivalente do VEF1. Essas limitações parecem ser causadas principalmente por demandas ventilatórias excessivas e restrições mecânicas inspiratórias intensificadas durante o esforço.; Introduction: Preserved Ratio Impaired Spirometry (PRISm) has been proposed by the Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD) to identify individuals with a preserved forced expiratory volume in one second (FEV₁)/forced vital capacity (FVC) ratio but impaired spirometry, and it is considered a possible precursor of COPD. Currently, the diagnosis of COPD requires the demonstration of a post-bronchodilator FEV₁/FVC ratio &lt; 0.7, with smoking being an important risk factor. When a smoking individual presents postbronchodilator spirometry values above this threshold, they are considered to have normal lung function, and the specific spirometric criteria of FEV1/FVC ≥ 0.7 and FEV1 &lt; 80% of the predicted value have been used to classify the PRISm pattern. These individuals, as well as those with early-stage COPD, may be underestimated by both physicians and patients, as the symptom burden does not interfere with activities of daily living and manifests only at higher levels of exercise, leading to reduced exercise tolerance and increased exertional dyspnea. Objective: To investigate the mechanisms of dyspnea and exercise intolerance in smoking patients with the PRISm pattern, COPD stages 1 and 2, and healthy non-smoking controls during the cardiopulmonary exercise test (CPET). Methods: All PRISm smokers aged 18 years or older, with at least 3 months of clinical stability and with a smoking history (current or former) &gt;10 pack-years under follow-up in the tobacco treatment clinic at the Hospital de Clínicas de Porto Alegre were invited to participate. Patients with GOLD 1 and 2 COPD, also recruited from outpatient clinics, as well as healthy control subjects recruited from the community, were matched to the PRISm group by age, sex, and BMI. Individuals presenting limiting comorbidities (heart failure, advanced cancer, morbid obesity), as well as those with TLC &lt; lower limit of normal (LLN), were excluded from the study. Characterization data, respiratory symptoms, and pulmonary function tests were obtained from medical records following the signing of the Informed Consent Form. The CPET was performed as the research procedure. Results: The PRISm and COPD groups showed a similar reduction in FEV1 (~72% of predicted) compared with the controls (97% of predicted), while FVC was significantly lower in the PRISm group (73% of predicted) than in the COPD and control groups (~95% of predicted). Both patient groups exhibited higher ventilatory demands for a given workload, lower resting inspiratory capacity, reduced ventilatory reserve, and higher tidal volume/inspiratory capacity ratio during exercise. Consequently, they reported higher dyspnea scores and terminated exercise earlier than the controls. Conclusion: Smokers with PRISm exhibit exercise intolerance and increased dyspnea comparable to patients with COPD who have a similar degree of FEV1 impairment. These limitations appear to be primarily driven by excessive ventilatory demands and intensified inspiratory mechanical constraints during exertion.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/300786</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Tuberculose resistente à isoniazida : resultados do tratamento e impacto dos regimes com fluoroquinolonas</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/300391</link>
<description>Tuberculose resistente à isoniazida : resultados do tratamento e impacto dos regimes com fluoroquinolonas
Fernandes, Giovana Ranquetat
Introdução: Estima-se que a prevalência da tuberculose resistente à isoniazida e suscetível à rifampicina (Hres-TB) seja de 7,4% entre os casos novos e 11,4% entre os pacientes previamente tratados. A Hres-TB tem sido associada a desfechos desfavoráveis no tratamento. O objetivo do estudo foi identificar fatores associados à Hres-TB, comparar os desfechos terapêuticos entre Hres- TB e TB sensível às drogas (DS-TB), além de avaliar o impacto de esquemas contendo fluoroquinolonas. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo realizado em 2 centros de referência em tuberculose no Brasil e no México. Foram incluídos pacientes com 16 anos ou mais, com TB pulmonar ou extrapulmonar, apresentando monorresistência à isoniazida (H) ou polirresistência (resistência à H associada a outro(s) fármaco(s), exceto rifampicina). Resultados: No período de 2014 a 2019, foram incluídos 90 pacientes com Hres-TB e 134 pacientes com DS-TB. Os pacientes tratados com esquemas contendo fluoroquinolonas (Fq) apresentaram taxas de cura significativamente maiores do que aqueles tratados com HRZE (26 [89,7%] versus 30 [63,8%]; p=0,027). As taxas de abandono foram menores entre os usuários de esquemas com Fq em comparação com os usuários de HRZE (0 versus 7 [14,9%]; p=0,040). As taxas de óbito não apresentaram diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos (3 [10,3%] para esquemas com Fq versus 9 [19,1%] para HRZE; p=0,354). Conclusões: Ainda existe um número considerável de pacientes com Hres-TB que não são identificados precocemente. O teste de sensibilidade a drogas (DST), não apenas para rifampicina, deve estar disponível a todos os indivíduos com TB, a fim de permitir a definição oportuna do melhor esquema terapêutico. Além disso, o uso de esquemas contendo fluoroquinolonas deve ser melhor avaliado em ensaios clínicos randomizados.; Introduction: It was estimated that the prevalence of isoniazid-resistant, rifampicin-susceptible tuberculosis (Hres-TB) is 7.4% among new cases and 11.4% in previously treated TB patients. Hres- TB has been associated with poor treatment outcomes. The aim of the study was to identify factors associated with Hres-TB, to compare the treatment outcomes between Hres-TB and DS-TB, and to evaluate the impact of regimens containing fluoroquinolones. Methods: Retrospective cohort study in 2 TB reference centers in Brazil and Mexico. Patients aged 16 years or older with pulmonary or extrapulmonary TB, and monoresistance to H or polyresistance (resistance to H plus another drug(s) except rifampicin) were included in the study. Results: During the period of 2014-2019, 90 patients with Hres-TB and 134 patients with DS-TB were included. Patients treated with regimens with Fq had significantly higher cure rates than the patients treated with HRZE (26 [89.7%] versus 30 [63.8%], p=0.027). Lost to follow-up rates were lower among Fq regimens users as compared with HRZE users (0 versus 7 [14.9%], p=0.040). Death rates were not statistically different between the two groups (3 [10.3%] for Fq regimens versus 9 [19.1%] for HRZE, p=0.354). Conclusions: There are still a large number of patients with Hres-TB who are not identified early. DST, not just for rifampicin, should be available to all individuals with TB, in order to decide on time the best treatment regimen. In addition, the use of regimens with Fq should be further evaluated in randomized clinical trials.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/300391</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da sarcopenia respiratória em pacientes com doença renal crônica em tratamento dialítico</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/300072</link>
<description>Avaliação da sarcopenia respiratória em pacientes com doença renal crônica em tratamento dialítico
Silva Filho, César Alencar da
A Doença Renal Crônica (DRC) é caracterizada por alterações estruturais ou funcionais nos rins com duração mínima de três meses. Em estágios avançados, evolui para falência renal, exigindo terapias como a diálise ou o transplante renal. Enquanto aguardam o transplante, os pacientes são submetidos à diálise, com frequência de duas a seis sessões semanais, tal fato contribui para um estilo de vida sedentário e favorece disfunções musculoesqueléticas, cardiovasculares e respiratórias. No sistema musculoesquelético, a perda de massa e função muscular em pacientes dialíticos é multifatorial, envolvendo o catabolismo crônico, perdas proteicas durante a diálise, acidose metabólica e inflamação subclínica persistente. Esse cenário propicia o desenvolvimento da sarcopenia clássica, uma síndrome caracterizada pela redução da força muscular, associada à diminuição da massa muscular e, em casos mais graves, à limitação do desempenho físico. A sarcopenia clássica está associada a desfechos adversos, como quedas, fraturas, aumento da mortalidade e maior incidência de doenças cardiovasculares e respiratórias. No âmbito respiratório, a degradação muscular afeta diretamente a musculatura respiratória, comprometendo a ventilação e a função pulmonar. Embora a função pulmonar em pacientes com DRC tenha sido cada vez mais investigada, sua associação com a sarcopenia ainda é pouco explorada na população em diálise. Sabe-se, no entanto, que os músculos respiratórios também sofrem declínio funcional com o envelhecimento e com doenças crônicas, como a própria DRC. A sarcopenia respiratória, é definida pela coexistência de disfunção muscular respiratória e redução da função pulmonar, em analogia ao conceito de sarcopenia clássica. Nesse contexto, identificar a presença de sarcopenia respiratória em pacientes com DRC em terapia dialítica torna-se fundamental para orientar futuras estratégias de intervenção multiprofissional, com foco na preservação da função muscular e respiratória.; Chronic Kidney Disease (CKD) is characterized by structural or functional abnormalities in the kidneys lasting at least three months. In advanced stages, it progresses to kidney failure, requiring renal replacement therapy such as dialysis or kidney transplantation. While awaiting transplantation, patients undergo dialysis two to six times per week, which contributes to a sedentary lifestyle and favors musculoskeletal, cardiovascular, and respiratory dysfunctions. In the musculoskeletal system, the loss of muscle mass and function in dialysis patients is multifactorial, involving chronic catabolism, protein losses during dialysis, metabolic acidosis, and persistent subclinical inflammation. This environment promotes the development of classical sarcopenia, a syndrome marked by reduced muscle strength, decreased muscle mass, and, in more severe cases, impaired physical performance. Classical sarcopenia is associated with adverse outcomes such as falls, fractures, increased mortality, and a higher incidence of cardiovascular and respiratory diseases. In the respiratory domain, muscle degradation directly affects the respiratory musculature, compromising ventilation and pulmonary function. Although pulmonary function in CKD patients has been increasingly investigated, its association with sarcopenia remains underexplored in the dialysis population. It is known, however, that respiratory muscles also undergo functional decline with aging and chronic diseases such as CKD itself. Respiratory sarcopenia is defined by the coexistence of respiratory muscle dysfunction and reduced pulmonary function, in analogy with the concept of classical sarcopenia. In this context, identifying respiratory sarcopenia in patients with CKD undergoing dialysis is essential to guide future multidisciplinary therapeutic strategies aimed at preserving both muscular and respiratory function.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/300072</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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