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<title>Cirurgia</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/30</link>
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<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 20:32:35 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-19T20:32:35Z</dc:date>
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<title>Abordagem translabiríntica versus retrossigmóide para schwannoma vestibular : uma meta-análise atualizada e metaregressão</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/302195</link>
<description>Abordagem translabiríntica versus retrossigmóide para schwannoma vestibular : uma meta-análise atualizada e metaregressão
Gibbon, Frederico de Lima
Objetivo: A abordagem cirúrgica ideal para o schwannoma vestibular (VS) ainda é objeto de debate. Esta revisão sistemática e meta-análise comparam a abordagem translabiríntica (TLA) e a abordagem retrosigmoidea (RSA) em termos de complicações pós-operatórias. Fontes de Dados: PubMed, Web of Science, Embase e Cochrane. Métodos de Revisão: O desfecho primário foi a fístula de líquido cerebrospinal (CSF leak). Os desfechos secundários incluíram disfunção do nervo facial (FND), tempo de internação (LOS) e meningite. A análise estatística foi conduzida usando o RStudio 2024.04.1+748. A heterogeneidade foi avaliada com estatísticas I². A análise de sensibilidade incluiu análise de subgrupo e metaregressão. O risco de viés foi avaliado utilizando o ROBINS-I. Resultados: Dos 1140 artigos potenciais, 21 atenderam aos critérios de inclusão, totalizando 4572 pacientes (2687 TLA e 1885 RSA). Não foram encontradas diferenças significativas em CSF leak (OR 1.03; IC 95% 0.81-1.32; p=0.794) ou meningite (OR 1.05; IC 95% 0.45-2.43; p=0.73). A metaregressão não mostrou associação entre fístula de LCR e o número de casos por centro ou ano de publicação. A TLA foi associada a um menor LOS (MD -1.20; IC 95% -1.39 a -1.01; p&lt;0.01) e a uma maior probabilidade de apresentar HB grau 4 ou inferior em comparação com a RSA (OR 3.36; IC 95% 1.12-10.06; p=0.03). Conclusão: Não houve diferenças significativas nas chances de CSF leak ou meningite entre TLA e RSA. A TLA foi associada a um menor LOS e melhores desfechos de FND em comparação com a RSA.; Objective: Several approaches can be used in the surgical treatment of vestibular schwannoma (VS), and the best approach remains uncertain in the literature. This systematic review and metaanalysis aim to compare the translabyrinthine approach (TLA) with the retrosigmoid approach (RSA) for VS in terms of postoperative complications. Data Sources: PubMed, Web of Science, Embase, and Cochrane. Review Methods: The primary outcome was cerebrospinal fluid (CSF) leak; secondary outcomes were facial nerve dysfunction (FND), length of stay (LOS) and meningitis. Statistical analysis was performed using RStudio 2024.04.1+748. Heterogeneity was assessed with I² statistics. We performed sensitivity analysis with subgroup analysis and meta-regression. Risk of bias was assessed using ROBINS-I. Results: Out of 1140 potential articles, 21 met the inclusion criteria. Among the 4572 patients, 2687 and 1885 patients in the TLA and RSA groups, respectively. No significant differences were found in CSF leak (OR 1.03; 95% CI 0.81,1.32; p=0.794) or meningitis (OR 1.05; 95% CI 0.45,2.43; p=0.73). Meta-regression showed no association with CSF leak and the number of cases per center or publication year. The TLA is associated with a shorter LOS (MD -1.20; 95% CI -1.39,-1.01; p&lt;0.01) and a higher odds to have HB 4 or lower compared to patients who underwent RSA (OR 3.36; 95% CI 1.12,10.06; p=0.03). Conclusion: There was no difference in the odds of CSF leak or meningitis between the groups. In addition, the TLA has a shorter LOS and a better facial outcome when compared to the RSA.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/302195</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O efeito da suplementação oral com ômega-3 em modelo in vivo de cicatriz fibroproliferativa humana em camundongos atímicos : um estudo experimental</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/300795</link>
<description>O efeito da suplementação oral com ômega-3 em modelo in vivo de cicatriz fibroproliferativa humana em camundongos atímicos : um estudo experimental
Stensmann, Isabel Cristina Wiener
Introdução: Cicatrizes queloides e hipertróficas são caracterizadas pela produção excessiva de colágeno e ativação prolongada dos fibroblastos. São frequentes, possuem difícil tratamento e geram comprometimento estético e funcional para os pacientes portadores. O fator de crescimento transformador beta 1 (TGFβ1) e o colágeno tipo I desempenham papel central em sua patogênese, tornando-se alvos terapêuticos potenciais. Ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa ômega 3 (DHA e EPA) demonstraram propriedades anti-inflamatórias e antifibróticas, incluindo a regulação negativa da expressão de TGFβ1 em modelos in vitro. Objetivo: Avaliar o efeito da suplementação oral de ômega 3 na expressão de TGFβ1 e colágeno tipo 1 em tecido humano de cicatriz fibroproliferativa xenotransplantado em camundongos imunossuprimidos. Métodos: Fragmentos humanos de cicatriz patológica foram implantados em camundongos nude atímicos. Após período de integração, os animais foram randomizados para receber suplementação oral diária com ômega 3 (100 mg/kg/dia de DHA) ou placebo durante 28 dias. Os enxertos de cicatriz foram então analisados macroscopicamente, histologicamente e por imunohistoquímica para expressão de TGFβ1 e colágeno tipo 1. Resultados: A análise imunohistoquímica revelou redução estatisticamente significativa na expressão de TGFβ1 (mediana: 4,5 células no grupo tratado versus 20 no controle; p = 0,004) e de colágeno tipo I (mediana: 1,34% da área corada no grupo tratado versus 10,65% no controle; p = 0,001). Não foram observadas diferenças histológicas. A redução do peso dos enxertos apresentou tendência maior no grupo ômega 3, embora sem significância estatística. Conclusão: A suplementação com ômega 3 reduziu a expressão de TGFβ1 e colágeno tipo I em xenotransplantes de cicatriz fibroproliferativa humana, sugerindo seu potencial como terapia adjuvante ou profilática para cicatrizes patológicas. Estudos adicionais com amostras maiores e acompanhamento prolongado são necessários para confirmar estes achados e avaliar os efeitos a longo prazo.; Background: Keloids and hypertrophic scars are characterized by excessive collagen production and prolonged fibroblast activation. They are common, challenging to treat, and cause aesthetic and functional impairment to affected patients. Transforming Growth Factor Beta 1 (TGFβ1) and Type I Collagen play a central role in fibroproliferative scars pathogenesis, making them potential therapeutic targets. Long-chain omega 3 polyunsaturated fatty acids (DHA and EPA) have demonstrated anti-inflammatory and antifibrotic properties, including the downregulation of TGFβ1 expression in in vitro models. Objective: To evaluate the effect of oral omega 3 supplementation on the expression of TGFβ1 and type I collagen in human fibroproliferative scar tissue xenografted into immunosuppressed mice. Methods: Human keloid or hypertrophic scar fragments were grafted into athymic nude mice. After the integration period, animals were randomly assigned to receive daily oral supplementation of omega 3 (100 mg/kg/day of DHA) or placebo for 28 days. Scar grafts were then analyzed macroscopically, histologically, and through immunohistochemistry for TGFβ1 and type I collagen expression. Results: Immunohistochemical analysis revealed a statistically significant reduction in TGFβ1 expression (median: 4.5 cells in the treatment group vs. 20 in control; p = 0.004) and in type I collagen (median: 1.34% stained area in treatment group vs. 10.65% in control; p = 0.001). No significant histological differences were observed. Weight reduction of the grafts tended to be greater in the omega 3 group, although not statistically significant. Conclusion: Omega 3 supplementation significantly reduced TGFβ1 and type I collagen expression in human fibroproliferative scar xenografts, suggesting its potential as an adjuvant or prophylactic therapy for pathological scarring. Further studies with larger samples and extended follow-up periods are warranted to confirm these findings and assess long-term outcomes.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação de marcadores sorológicos de atividade da doença em pacientes com vitiligo comparados com controles</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/300562</link>
<description>Avaliação de marcadores sorológicos de atividade da doença em pacientes com vitiligo comparados com controles
Sanseverino, Renata Alves
Fundamentos: O diagnóstico e a avaliação do prognóstico nos pacientes com vitiligo são clínicos. Ainda não há marcadores sorológicos validados e estabelecidos para auxiliar nessa definição de atividade da doença. Objetivo: Avaliar o potencial de uso dos biomarcadores CXCL9, CXCL10, CCL20, S100B e homocisteína para reconhecer atividade de doença no vitiligo, comparando seus valores com controles portadores de outras dermatoses. Métodos: Estudo de caso controle, com amostras de sangue periférico de pacientes maiores de 18 anos com vitiligo e de controles sem doença autoimune. O projeto foi aprovado no Comitê de Ética da instituição e obtido TCLE de todos os participantes. Realizados testes com kits Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay (ELISA) e Luminex para dosagem de CXCL9, CXCL10, CCL20 e S100B e quimioluminescência para a homocisteína. Resultados: Foram analisados 45 pacientes com vitiligo e 41 controles. As amostras não foram reagentes para S100B. Não houve diferença significativa nos níveis de homocisteína e de CXCL9 entre pacientes com vitiligo e controles. CXCL10 e CCL20 apresentaram diferença significativa entre os grupos (p&lt;0,001). Limitações do Estudo: Uso de amostras armazenadas a longo prazo, pois alguns marcadores não são estáveis em longo prazo (até 11 anos de congelamento) , mesmo com armazenamento adequado. Além disso, os controles não foram pareados e eram mais saudáveis. Conclusões: A homocisteína e o CXCL9 não se apresentaram como possível biomarcador e o S100B não parece ser estável em amostras armazenadas. Já CXCL10 e CCL20 não foram significativos como marcadores de atividade ou extensão da doença, contudo, houve diferença significativa dos níveis entre pacientes e controles, indicando sua provável utilidade.; Background: Diagnosis and prognosis assessment in vitiligo patients remain essentially clinical. No validated serological biomarkers are currently available to objectively define disease activity. Objective: To evaluate the potential use of CXCL9, CXCL10, CCL20, S100B, and homocysteine as biomarkers for recognizing disease activity in vitiligo, comparing their levels with controls presenting other dermatoses. Methods: A cross-sectional case-control study with peripheral blood samples from vitiligo patients aged ≥18 years and controls without autoimmune disease was conducted with stored peripheral blood samples from patients with vitiligo and from controls. CXCL9, CXCL10, CCL20, and S100B were measured using Enzyme Linked Immunosorbent Assay (ELISA) and Luminex kits, while homocysteine was measured by chemiluminescence. The study was approved by the institutional ethics committee, and informed consent was obtained from all participants. Results: A total of 45 vitiligo patients and 41 controls were analyzed. Samples were non-reactive for S100B. No significant differences were observed in homocysteine or CXCL9 levels between vitiligo patients and controls. CXCL10 and CCL20 showed significant differences between groups (p&lt;0.001). Study Limitations: The use of stored samples may have influenced results, as some biomarkers are unstable over long-term storage, even under appropriate conditions. Conclusions: Homocysteine and CXCL9 did not emerge as potential biomarkers, while S100B appeared unstable in stored samples. Although CXCL10 and CCL20 showed significant differences between vitiligo patients and controls, they did not prove useful as markers of disease activity or extent.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/300562</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Expressão da proteína B-cell lymphoma 6 (BCL-6) em adenomiose, leiomiomas e miométrio normal</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/300431</link>
<description>Expressão da proteína B-cell lymphoma 6 (BCL-6) em adenomiose, leiomiomas e miométrio normal
Salas, Loreta Canivilo
Adenomiose e leiomiomas são doenças uterinas benignas comuns caracterizadas por proliferação celular anormal. A proteína BCL6, um repressor transcricional implicado na proliferação celular e oncogênese, tem sido associada à patogênese da endometriose. Este estudo investiga a expressão de BCL6 em adenomiose, leiomiomas e miométrio normal utilizando imuno-histoquímica e redes neurais de aprendizado profundo. Blocos de parafina de histerectomias totais realizadas entre 2009 e 2017, confirmando os diagnósticos por revisão patológica, foram analisados por imuno-histoquímica. A coloração para imuno-histoquímica foi realizada utilizando um sistema automatizado, e a expressão da BCL6 foi quantificada usando o software Fiji-ImageJ. Uma rede neural de aprendizado profundo supervisionado foi empregada para classificar as amostras com base na coloração com 3,3'-diaminobenzidina (DAB). Os resultados demonstram que a expressão de BCL6 é significativamente maior em leiomiomas em comparação com adenomiose e miométrio normal. Não foi observada diferença significativa na expressão de BCL6 entre adenomiose e controles. A rede neural de aprendizado profundo classificou as amostras com alto grau de precisão, corroborando os achados imuno-histoquímicos. Esses resultados sugerem que o BCL6 desempenha um papel na patogênese dos leiomiomas, potencialmente contribuindo para a proliferação anormal de células musculares lisas. O estudo destaca a utilidade da imuno-histoquímica automatizada e técnicas de aprendizado profundo na quantificação da expressão proteica e classificação de patologias uterinas. Estudos futuros devem investigar a expressão de BCL6 em adenomiose e endometriose para elucidar ainda mais seu papel nos distúrbios uterinos.; Adenomyosis and leiomyomas are common benign uterine disorders characterized by abnormal cellular proliferation. The BCL6 protein, a transcriptional repressor implicated in cell proliferation and oncogenesis, has been linked to the pathogenesis of endometriosis. This study investigates BCL6 expression in adenomyosis, leiomyomas, and normal myometrium using immunohistochemistry and deep learning neural networks. We analyzed paraffin blocks from total hysterectomies performed between 2009 and 2017, confirming diagnoses through pathological review. Immunohistochemistry was conducted using an automated system, and BCL6 expression was quantified using Fiji-ImageJ software. A supervised deep learning neural network was employed to classify samples based on 3,3'-diaminobenzidine (DAB) staining. Results show that BCL6 expression is significantly higher in leiomyomas compared to adenomyosis and normal myometrium. No significant difference in BCL6 expression was observed between adenomyosis and controls. The deep learning neural network accurately classified samples with a high degree of precision, supporting the immunohistochemical findings. These findings suggest that BCL6 plays a role in the pathogenesis of leiomyomas, potentially contributing to abnormal smooth muscle cell proliferation. The study highlights the utility of automated immunohistochemistry and deep learning techniques in quantifying protein expression and classifying uterine pathologies. Future studies should investigate the expression of BCL6 in adenomyosis and endometriosis to further elucidate its role in uterine disorders.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/300431</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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