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<title>Odontologia</title>
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<id>http://hdl.handle.net/10183/39</id>
<updated>2026-10-22T09:41:53Z</updated>
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<title>Influência da rigidez da matriz extracelular e da atividade de Yap/taz no prognóstico de pacientes com carcinoma espinocelular oral</title>
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<name>Lima, Igor Felipe Pereira</name>
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<updated>2026-09-14T11:06:10Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Influência da rigidez da matriz extracelular e da atividade de Yap/taz no prognóstico de pacientes com carcinoma espinocelular oral
Lima, Igor Felipe Pereira
O carcinoma espinocelular oral (CEC oral) é a neoplasia maligna mais prevalente da cavidade oral, sendo responsável por altas taxas de morbidade e mortalidade, especialmente em decorrência do diagnóstico em estágios avançados. Apesar dos avanços terapêuticos das últimas décadas, a taxa de sobrevida global em cinco anos permanece em torno de 50%, o que evidencia a necessidade de identificar novos biomarcadores prognósticos capazes de orientar estratégias terapêuticas mais precisas. O microambiente tumoral (MT), e em particular a matriz extracelular (MEC), tem emergido como um regulador ativo da progressão neoplásica, exercendo influência sobre as células tumorais por meio de sinais bioquímicos, mas também por meio de suas propriedades mecânicas. O enrijecimento progressivo da MEC, promovido pela deposição e reticulação excessiva de colágeno mediadas pelos fibroblastos associados ao câncer, ativa vias de mecanotransdução que favorecem a invasão tumoral, a transição epitélio-mesênquima e a resistência terapêutica. Nesse contexto, as proteínas YAP e TAZ, efetores transcricionais da via Hippo e sensores diretos da rigidez matricial, têm sido identificadas como mediadores centrais da resposta oncogênica aos estímulos mecânicos, ativando programas transcricionais que promovem proliferação, sobrevivência e disseminação metastática. A presente tese investiga, por meio de revisões sistemáticas da literatura com meta-análise e de análise histológica quantitativa e organizacional do teor de colágeno estromal em amostras de CEC oral, a influência da rigidez da MEC e da atividade de YAP/TAZ no prognóstico dessa neoplasia. Os resultados obtidos indicam que o CEC oral apresenta maior rigidez quando comparado à mucosa normal (d = 5.28; 95% CI: 2.61–7.94; Z = 3.88; p &lt; 0.001), a qual pode ativar vias de mecanotransdução, como YAP/TAZ e contribuir para pior sobrevida global (YAP: HR = 1.918; 95% CI: 1.036 – 3.549; TAZ: 2.845 95% CI: 1.682 – 4.811). Dessa forma, os resultados obtidos contribuem para a compreensão do papel do microambiente mecânico na biologia do CEC oral e posicionam a rigidez da MEC e a atividade de YAP/TAZ como biomarcadores prognósticos com potencial aplicação clínica na estratificação de risco e no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas dirigidas ao MT.; Oral squamous cell carcinoma (OSCC) is the most prevalent malignant neoplasm of the oral cavity and is associated with high morbidity and mortality rates, largely due to diagnosis at advanced stages. Despite therapeutic advances over recent decades, the overall five-year survival rate remains around 50%, highlighting the need to identify novel prognostic biomarkers capable of guiding more precise therapeutic strategies. The tumor microenvironment (TME), particularly the extracellular matrix (ECM), has emerged as an active regulator of neoplastic progression, influencing tumor cells not only through biochemical signaling but also via its mechanical properties. Progressive ECM stiffening, driven by excessive collagen deposition and crosslinking mediated by cancer-associated fibroblasts, activates mechanotransduction pathways that promote tumor invasion, epithelial– mesenchymal transition, and therapeutic resistance. In this context, the proteins YAP and TAZ—transcriptional co-activators of the Hippo pathway and direct sensors of matrix stiffness—have been identified as central mediators of the oncogenic response to mechanical cues, activating transcriptional programs that support proliferation, survival, and metastatic dissemination. This thesis investigates, through systematic literature reviews with meta-analysis and through quantitative and organizational histological analysis of stromal collagen content in OSCC samples, the influence of ECM stiffness and YAP/TAZ activity on the prognosis of this neoplasm. The results indicate that OSCC exhibits greater stiffness compared to normal mucosa (d = 5.28; 95% CI: 2.61–7.94; Z = 3.88; p &lt; 0.001), which may activate mechanotransduction pathways such as YAP/TAZ and contribute to poorer overall survival (YAP: HR = 1.918; 95% CI: 1.036–3.549; TAZ: HR = 2.845; 95% CI: 1.682–4.811). Overall, these findings contribute to understanding the role of the mechanical microenvironment in OSCC biology and position ECM stiffness and YAP/TAZ activity as prognostic biomarkers with potential clinical application in risk stratification and in the development of novel therapeutic approaches targeting the tumor microenvironment.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação do controle do biofilme supramucoso em estudos de tratamento da peri-implantite : uma revisão sistemática da literatura</title>
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<name>Maia, Maíra Boeno da</name>
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<id>http://hdl.handle.net/10183/301941</id>
<updated>2026-03-01T10:55:45Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação do controle do biofilme supramucoso em estudos de tratamento da peri-implantite : uma revisão sistemática da literatura
Maia, Maíra Boeno da
Objetivo: Avaliar como foi realizado e reportado o controle do biofilme supramucoso em ensaios clínicos randomizados (ECRs) com diferentes abordagens de tratamento da periimplantite, e o impacto desse controle nos parâmetros peri-implantares submucosos. Materiais e métodos: Foi realizada uma busca sistemática nas bases PubMed/MEDLINE, Embase, Scopus/ClinicalTrials.gov, Web of Science e Google Scholar, complementada por busca na literatura cinzenta e manual. Foram incluídos ECRs com seguimento de ≥ 3 meses. O desfecho primário foram os parâmetros de controle do biofilme supramucoso. A seleção dos estudos, extração dos dados e avaliação do risco de viés foram realizadas de forma independente por dois revisores. Meta-análises de efeitos aleatórios foram conduzidas no R Studio, e o risco de viés e a qualidade da evidência foram avaliados por meio das ferramentas RoB 2.0 e GRADE, respectivamente. Resultados: Dos 16.977 registros identificados, 22 estudos preencheram os critérios de inclusão. Dezenove ECRs relataram o controle do biofilme supramucoso, sendo 14 estudos de protocolos não-cirúrgicos e 5 de terapia cirúrgica. A maior parte dos estudos utilizou o Índice de Placa (IP) para registro do controle do biofilme supramucoso. Nenhuma diferença significativa entre os grupos teste e controle (-0.10; IC 95% -0.25 - 0.05; 5 estudos) foi encontrada no IP após 6 meses, com resultados semelhantes para os protocolos cirúrgicos e não-cirúrgicos. Não foi possível realizar meta-análise quanto ao impacto de diferentes níveis de controle do biofilme supramucoso nos resultados dos parâmetros submucosos devido a falta de reporte adequado. Conclusões: O controle de biofilme supramucoso é amplamente relatado nos estudos de tratamento peri-implantar, porém a padronização do seu registro e reporte é necessária para melhorar a comparabilidade entre estudos e compreender o impacto desse controle sobre os desfechos peri-implantares submucosos.; Objective: To evaluate how supramucosal biofilm control was performed and reported in randomized clinical trials (RCTs) employing different treatment approaches for periimplantitis, and to assess the impact of this control on peri-implant submucosal parameters. Materials and methods: A systematic search was conducted in PubMed/MEDLINE, Embase, Scopus/ClinicalTrials.gov, Web of Science and Google Scholar, complemented by grey literature and manual searches. RCTs with ≥3 months of follow-up were included. Primary outcome was supramucosal biofilm control parameters. Study selection, data extraction, and risk of bias assessment were performed independently by two reviewers. Random-effects metaanalyses were conducted in R Studio, and risk of bias and certainty of evidence were evaluated using RoB 2.0 and GRADE. Results: Of 16,977 records, 22 studies were included. Nineteen RCTs reported supramucosal biofilm control, including 14 non-surgical and 5 surgical studies. Most studies assessed biofilm control using Plaque Index (PI). No significant difference between test and control groups (– 0.10; 95% CI –0.25 - 0.05; 5 studies) were found in PI after at 6-month, with similar findings for surgical and non-surgical protocols. Meta-analysis assessing the impact of different levels of biofilm control on submucosal outcomes could not be performed due to insufficient reporting. Conclusions: Supramucosal biofilm control is widely reported in peri-implantitis trials; however, standardization of its assessment and reporting is needed to improve comparability and clarify its influence on submucosal peri-implant outcomes.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Posicionamento do canino superior em pacientes com dentição mista e mordida cruzada posterior unilateral</title>
<link href="http://hdl.handle.net/10183/301471" rel="alternate"/>
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<name>Weirich, Caroline</name>
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<id>http://hdl.handle.net/10183/301471</id>
<updated>2026-02-15T11:02:48Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Posicionamento do canino superior em pacientes com dentição mista e mordida cruzada posterior unilateral
Weirich, Caroline
Objetivo: Investigar a influência da mordida cruzada posterior unilateral na posição dos caninos superiores durante a fase de dentição mista. Material e Métodos: A amostra foi composta por 104 crianças em dentição mista apresentando mordida cruzada posterior unilateral. A sobreposição do canino superior com a raiz do incisivo lateral, bem como a posição angular e linear do canino superior e dos dentes adjacentes, foram comparadas entre os lados com e sem mordida cruzada da maxila em radiografias panorâmicas. Um índice de severidade de ectopia foi calculado a partir das posições angular, vertical e horizontal do canino e dos dentes adjacentes. A largura transversal de cada hemimaxila foi medida em modelos de gesso para comparação entre os lados com e sem mordida cruzada. As análises estatísticas foram realizadas utilizando o teste t pareado, o teste de Wilcoxon e o teste de correlação de Spearman. Os resultados foram considerados estatisticamente significativos para P &lt; 0,05. Resultados: A posição dos caninos e pré-molares superiores foi assimétrica e mais ectópica no lado da mordida cruzada, apresentando maior inclinação e deslocamento mesial, além de maior distância em relação ao plano oclusal. Observou-se assimetria transversal maxilar, com menor largura no lado da mordida cruzada. O índice de severidade de ectopia dos caninos apresentou correlação com o dos pré-molares, e este, por sua vez, correlacionou-se com a média da largura transversal maxilar. Conclusão: A mordida cruzada posterior unilateral está associada à assimetria transversal maxilar e a maior ectopia dos caninos e pré-molares no lado da mordida cruzada, aumentando o risco de impactação do canino. Houve correlação entre a ectopia dos pré-molares e dos caninos, bem como entre a ectopia dos pré-molares e a largura transversal maxilar.; Objective: To investigate the influence of the unilateral posterior crossbite on the maxillary canine positioning during mixed dentition phase. Material and Methods: The sample consisted of 104 mixed dentition children presenting unilateral posterior crossbite. The maxillary canine overlap with lateral incisor root, as well as the angular and linear position of the maxillary canine and adjacent teeth were compared between the crossbite and noncrossbite sides of the maxilla on panoramic radiographs. An ectopy severity index was calculated from the angular, vertical and horizontal position of the canine and adjacent teeth. The transverse width of each hemimaxilla was measured on dental casts to compare the crossbite and noncrossbite sides. Statistical analyses were performed using the dependent t test, Wilcoxon test, and the Spearman correlation test. Results were statistically significant at P&lt;0.05. Results: Maxillary canines and premolars positioning were asymmetric and more ectopic on the crossbite side, with greater mesial angulation, mesial displacement and distance from the occlusal plane. There was transverse maxillary asymmetry with a smaller width on the crossbite side. The ectopy severity index of the canine was correlated with that of the premolars, and the latter with the mean of the maxillary transverse width. Conclusion: Unilateral posterior crossbite is associated with asymmetric maxillary transverse width and greater ectopy of canine and premolar on the crossbite side, increasing the risk of canine impaction. There was a correlation between the premolar and canine ectopy, as well as between the premolar ectopy and the maxillary transverse width.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Associação entre dor pré-operatória espontânea e os resultados dos tratamentos conservadores da polpa : uma revião sistemática e meta-análise</title>
<link href="http://hdl.handle.net/10183/301376" rel="alternate"/>
<author>
<name>Severo, Patrícia Inês Chaves</name>
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<id>http://hdl.handle.net/10183/301376</id>
<updated>2026-02-25T09:55:50Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Associação entre dor pré-operatória espontânea e os resultados dos tratamentos conservadores da polpa : uma revião sistemática e meta-análise
Severo, Patrícia Inês Chaves
Os tratamentos conservadores da polpa dental (TCP) têm se consolidado como uma alternativa biológica menos invasiva ao tratamento endodôntico convencional, fundamentada na preservação da vitalidade pulpar e na capacidade de regeneração tecidual. No entanto, a associação entre a dor expontânea pré-operatória (DEP) e os resultados clínicos e radiográficos dessa abordagem terapêutica necessita ser melhor investigada. Sendo assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar se dentes permanentes submetidos à TCP que apresentavam DEP exibem taxas de sucesso/sobrevivência diferentes daqueles sem dor pré-operatória, por meio de uma revisão sistemática e meta-análise de estudos clínicos observacionais e ensaios clínicos randomizados. A busca foi conduzida nas bases PubMed, Scopus, Web of Science, Embase e Cochrane Library, sem restrição de idioma ou data de publicação, de acordo com as diretrizes do PRISMA 2020. Dois revisores independentes realizaram a seleção dos estudos, extração dos dados e avaliação do risco de viés utilizando a ferramenta QUIPS, conforme o delineamento dos estudos incluídos. As medidas de efeito foram expressas em razão de chances (odds ratio) com intervalos de confiança de 95%, empregando modelos de efeitos aleatórios. A certeza da evidência foi avaliada por meio do sistema GRADE. Quinze estudos foram incluídos na análise qualitativa e sete na quantitativa. Não foi constatada associação entre a DEP e a sobrevivência de dentes submetidos à pulpotomia total (PT), em ambas as análises: bivariada [HR=1,35; IC 95% (0,71-2,59)] e multivariada [HR=1,31; IC 95% (0,32-5,25)]. Da mesma forna não mostrou associação com o sucesso das PT na análise bivariada [OR=1,36; IC 95% (0,44-4,17)]. O risco geral de viés foi moderado a alto, e as principais preocupações foram "confusão" e "análise estatística e relato". A certeza da evidência foi classificada como alta tanto para as análises bivariadas quanto multivariadas da sobrevivência e moderada para a análise bivariada do sucesso. Em conclusão, a DEP não deve ser considerada um fator prognóstico negativo para os TCP em dentes permanentes. Ainda assim, mais evidências de alta qualidade metodológica são necessárias para elucidar de forma mais precisa a magnitude dessa associação. Esses achados reforçam a importância de critérios diagnósticos padronizados e de protocolos clínicos bem delineados na seleção de casos para TCP.; Vital pulp therapy (VPT) has emerged as a biologically based and minimally invasive alternative to conventional root canal therapy, based on the preservation of pulp vitality and its capacity for tissue regeneration. However, the relationship between preoperative spontaneous pain (PSP) and the clinical and radiographic outcomes of such therapies remains a topic of considerable scientific and clinical relevance, warranting further investigation. Therefore, the present study aimed to evaluate whether permanent teeth undergoing VPT and presenting PSP exhibit different success or survival rates compared to those without PSP, through a systematic review and meta-analysis of observational and randomized clinical trials. Searches were performed in PubMed, Scopus, Web of Science, Embase, and the Cochrane Library, without language or publication date restrictions, following PRISMA 2020 guidelines. Two independent reviewers conducted study selection, data extraction, and risk-of-bias assessment using the QUIPS, according to study design. Effect measures were expressed as odds ratios (OR) or hazard ratios (HR) with 95% confidence intervals (CI), applying random-effects models. Certainty of evidence was appraised using the GRADE framework. Fifteen studies were included in the qualitative synthesis and seven in the quantitative analysis. No significant association was found between PSP and the survival of teeth treated full pulpotomy in either bivariate [HR = 1.35; 95% CI (0.71–2.59)] or multivariate analyses [HR = 1.31; 95% CI (0.32– 5.25)]. Similarly, no association was observed for treatment success in bivariate analysis [OR = 1.36; 95% CI (0.44–4.17)]. The overall risk of bias was moderate to high, mainly due to “confounding” and “statistical analysis and reporting” domains. Certainty of evidence was rated as high for both survival analyses and moderate for the success analysis. The findings indicate that PSP is not significantly associated with lower clinical or radiographic success rates following VPT in teeth presenting symptoms compatible with irreversible pulpitis. Nevertheless, moderate heterogeneity among studies was observed, primarily related to variations in diagnostic criteria, materials used, and follow-up duration. In conclusion, PSP should not be regarded as a negative prognostic factor for VPT in permanent teeth. However, further high-quality evidence is required to more precisely define the magnitude of this association. These findings highlight the importance of standardized diagnostic criteria and well-structured clinical protocols for case selection in VPT.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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