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dc.contributor.authorZanatta, Fabricio Batistinpt_BR
dc.contributor.authorRichter, Eduardo Augustopt_BR
dc.contributor.authorPedroso, Antonio Roberto de Souzapt_BR
dc.contributor.authorRösing, Cassiano Kuchenbeckerpt_BR
dc.date.accessioned2025-01-14T06:51:52Zpt_BR
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.issn0103-6971pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/283318pt_BR
dc.description.abstractObjetivo Verificar por meio de um questionário fechado, as condutas adotadas por cirurgiões-dentistas em relação ao uso de antimicrobianos tópicos e sistêmicos em procedimentos cirúrgicos. Métodos Um questionário foi respondido por 33 dos 48 dentistas cadastrados na região. Os dados foram analisados em termos de frequências e associações foram feitas a partir do teste Exato de Fisher (p<0,05). Resultados Os resultados demonstraram que a maioria dos cirurgiões-dentistas utilizam profilaxia antibiótica pré-operatória (89,0%) e pós-operatória (100,0%). Dentre as razões que justificam esta conduta destacam-se a presença de alterações sistêmicas nos pacientes, presença de processo agudo preestabelecido e a necessidade de utilização de retalho e osteotomia. Já a utilização da clorexidina como profilaxia antimicrobiana foi utilizada por 69,0% e 54,5% dos cirurgiões-dentistas no pré-operatório e pós-operatório, respectivamente. Quando estes resultados foram confrontados com as evidências disponíveis sobre este temática pode-se concluir que a maioria das condutas dos cirurgiões-dentistas não são sustentadas por evidências científicas. Conclusão Estes resultados reforçam a necessidade de uma mudança na prática clínica nos profissionais avaliados.pt_BR
dc.description.abstractObjective This study used a closed questionnaire to investigate dentists’ practices concerning the use of antibiotics and antiseptics. Methods A questionnaire was answered by 33 of the 48 dentists practicing in the region. The data were analyzed in terms of frequencies and associations were investigated by the Fisher’s exact test (p<0.05). Results The results demonstrated that many dentists usually prescribed antibiotics preoperatively (89%) and postoperatively (100%). The reasons that justify this protocol are the presence of systemic diseases, preestablished acute disorders and the need of using open flaps and ostectomy. Chlorhexidine was used prophylactically by 69.0% and 54.5% of the dentists preoperatively and postoperatively, respectively. When these results were compared with the available evidence regarding the use of antibiotics, the majority of the clinical protocols used were not supported by scientific evidence. Conclusion These results reinforce the need of changing the clinical practices of these professionals.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofRGO : revista gaúcha de odontologia. Porto Alegre. Vol. 59, n. 2 (abr./jun. 2011), p. 171-177pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAnti-bacterial agentsen
dc.subjectCirurgia bucalpt_BR
dc.subjectSurgery oralen
dc.subjectAntibacterianospt_BR
dc.subjectClorexidinapt_BR
dc.subjectChlorhexidineen
dc.titleCondutas clínicas na utilização de antibióticos em exodontiaspt_BR
dc.title.alternativeClinical usage of antibiotics for teeth extractions en
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb000782578pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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