Efeitos da estimulação elétrica neuromuscular sobre a espasticidade e amplitude de movimento em crianças e adolescentes com paralisia cerebral : um estudo preliminar
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2018Author
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Abstract in Portuguese (Brasil)
Introdução: A espasticidade é um aspecto frequente na paralisia cerebral (PC) e está associada à diminuição da amplitude de movimento (ADM). A estimulação elétrica neuromuscular (EENM) possibilita redução da espasticidade e ganho de ADM, porém não há consenso sobre o melhor local para aplicação dos eletrodos. Objetivo: Comparar os efeitos da EENM aplicada ao músculo agonista com o músculo antagonista do membro inferior sobre a espasticidade e ADM em crianças e adolescentes com PC. Métodos: Ensa ...
Introdução: A espasticidade é um aspecto frequente na paralisia cerebral (PC) e está associada à diminuição da amplitude de movimento (ADM). A estimulação elétrica neuromuscular (EENM) possibilita redução da espasticidade e ganho de ADM, porém não há consenso sobre o melhor local para aplicação dos eletrodos. Objetivo: Comparar os efeitos da EENM aplicada ao músculo agonista com o músculo antagonista do membro inferior sobre a espasticidade e ADM em crianças e adolescentes com PC. Métodos: Ensaio clínico randomizado cruzado. Foram incluídas crianças e adolescentes com PC espástica, sem deformidades no tornozelo. Os participantes receberam duas intervenções definidas aleatoriamente: o grupo AT recebeu a EENM no tibial anterior e o grupo AG, no gastrocnêmio. Cada intervenção foi realizada em duas sessões distintas durante uma semana, com intervalo de uma semana entre cada intervenção. Foram avaliados o grau de espasticidade e as ADMs do tornozelo, pré e após as duas sessões de cada intervenção. Resultados: Foram incluídos 17 pacientes (idade média: 12,5±3,6 anos). Não foi observada diferença entre os grupos em relação a espasticidade e ADM do tornozelo. Na comparação intragrupo, observou-se aumento na ADM no grupo antagonista após a intervenção para os movimentos de dorsiflexão e plantiflexão em ambos os lados; e no grupo agonista houve aumento somente da ADM de plantiflexão no lado esquerdo. Conclusão: Não houve diferença entre as aplicações da EENM no músculo agonista e antagonista. Outros estudos são necessários a fim de avaliar o efeito crônico e determinar o melhor local de aplicação dos eletrodos. ...
Institution
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança. Curso de Fisioterapia.
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