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dc.contributor.authorRosati, Massimopt_BR
dc.contributor.authorWeiss, Raquel Andradept_BR
dc.date.accessioned2015-05-29T02:01:04Zpt_BR
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.issn1517-4522pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/117310pt_BR
dc.description.abstractNeste artigo pretendemos demonstrar por que a teoria durkheimiana ainda é relevante para os debates contemporâneos sobre moral e como a sociologia poderia lidar com a mesma. De certa forma, é um esforço para estabelecer as bases do que seria, hoje, uma sociologia durkheimiana da moral ou, melhor, de como poderíamos conceber uma sociologia contemporânea da moral de inspiração durkheimiana. Para isso, vamos primeiramente reconstruir os elementos ontológicos implícitos à sua visão da moral, destacando uma dimensão que é precisamente a que essa teoria é acusada de negligenciar: uma discussão sobre a natureza humana e as condições para a constituição do eu. Em um segundo movimento, apresentamos algumas considerações “operacionais” sobre o que esta sociologia durkheimiana da moral poderia ser hoje, apontando para o nível de análise com que ela pode lidar, para o que ela pode pretender explicar e - por que não? (acrescentando um toque weberiano) - entender. A etapa final nos leva ao território de uma teoria social normativa, que consiste em uma discussão crítica de moralidades patológicas, do ponto de vista do sofrimento que elas podem infligir ao indivíduo, e dos desafios trazidos pela modernidade tardia, caracterizada por uma multiplicidade de objetos sagrados que habitam o mesmo espaço.pt_BR
dc.description.abstractIn this paper we intend to demonstrate why Durkheimian theory is still relevant to contemporary debates on morality and on how sociology could deal with it. In a way, it is an effort to establish the basis of what could be a Durkheimian sociology of morality today or, even better, how we can conceive a contemporary sociology of morality with Durkheimian inspiration. For this purpose, we will first reconstruct the ontological elements implied in his view of morality, highlighting a dimension that is precisely the one this theory is blamed for neglecting: a discussion about human nature and the conditions for constituting of the self. In a second movement, we present a few ‘operational’ considerations on what this Durkheimian sociology of morality could be today, pointing to the level of analysis it can deal with, to what it can aim to explain and - why not? (introducing a Weberian flavour) - understand. The final step leads us to the territory of a normative social theory, consisting in a critical discussion of pathological moralities, from the point of view of the suffering they can bring to the individual, and of the challenges brought by late modernity, characterized by a multiplicity of sacred objects inhabiting the same space.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofSociologias. Porto Alegre, RS. Vol. 17, n. 39 (maio/ago. 2015), f. 110-162pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectSociology of moralityen
dc.subjectSociologiapt_BR
dc.subjectMoralpt_BR
dc.subjectMorality and religionen
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectSacreden
dc.subjectSelf (Filosofia)pt_BR
dc.subjectSelfen
dc.titleTradição e autenticidade em um mundo pós-convencional : uma leitura durkheimianapt_BR
dc.title.alternativeTradition and authenticity in post-conventional world : a Durkheimian readingen
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb000966537pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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